Paramentos

1 – GRAVATA BORDÔ DO RITO BRASILEIRO

O Significado Simbólico da Gravata Bordô do Rito Brasileiro 

Fernando de Faria, 33º, Gr.’. Instrutor do Rito Brasileiro

 

A gravata, diferente daquela de cor preta correntemente usada no GOB, foi adotada no Rito Brasileiro como marca distintiva. À semelhança da gravata branca adonhiramita, serve para distinguir os obreiros pelo traje, possuindo importante objetivo complementar: o de reforçar o espírito de corpo. Espírito de Corpo é o sentimento manifesto por certo orgulho em pertencer a determinada instituição; é a comunhão dos membros dessa instituição. Dele virtudes como a solidariedade, fidelidade, firmeza de propósito, etc.

O bordô, que parte do fundamento de a cor do Rito ser o violeta – resultou de razões estéticas, ou seja, a elegância de sua combinação com o traje preto exigido no GOB, oposta à estranheza provocada pela gravata de cor violeta em conjunto com o mesmo terno preto. A referência simbólica liga-se ao significado de nobreza que se empresta à cor púrpura. Assim o manto púrpura da Magna Reitoria..

EXPOSIÇÃO

1. Em abril de 1985, quando o irmão NEI INOCENCIO assumiu a direção do Supremo Conclave do Brasil por morte do Grande Primaz CÂNDIDO FERREIRA DE ALMEIDA, teve início uma fase de remodelação doutrinária. Nesse contexto inovador, por exemplo, a adoção dos mantos cardinalícios para os membros da Magna Reitoria (1994) e do manto níveo (branco como a neve) para o Grande Primaz. Ainda: a ampliação do título atribuído ao Grau 33, não apenas Servidores da Ordem e da Pátria, mas, agora, Servidores da Ordem, da Pátria e da Humanidade (1992, na Convenção do Rito aqui no Rio de Janeiro), a mudança da legenda Homo Homini Frater (“Homem, um irmão para o homem”) para Homo Hominis Frater (“Homem, irmão do homem”) (Constituição de 2000). E tanto mais. Marcas da nossa geração, assinalada pela gestão do Soberano irmão Nei.

2. Essa última década do Século XX foi de grande efervescência ideológica no GOB. Discutia-se muito sobre muitas coisas. Por exemplo, as cores: a cor do avental do Rito Escocês Antigo e Aceito. JOSÉ CASTELLANI e XICO TROLHA afirmavam ser o vermelho e não o azul.

3. Sem qualquer ligação (pelo menos consciente) com esse vermelho do REAA, particularmente, aqui no Supremo Conclave, sentíamos a necessidade de prover o Rito de um forte espírito de corpo que pudesse nos estimular no contexto dos outros ritos, principalmente em face de uma permanente perseguição de alguns setores retrógrados e uma antiga imputação de irregularidade. Precisávamos reforçar a personalidade do Rito e o orgulho de seus membros em pertencerem ao Rito Brasileiro (espírito de corpo). Daí a adoção da gravata de cor diferente. Seu uso, nos primeiros dias, significou uma espécie de desafio, orgulho por ser do Rito, posto que houvesse, mesmo no GOB, gente importante que se recusava a aceitar o Rito Brasileiro. O uso da gravata bordô era uma declaração pública ostensiva de adesão ao Rito. Hoje é bonito; naquela época era censurável.

4. Bem, falamos em bordô, mas, naquela época, transição do século XX para o XXI, qual seria essa cor? Evidentemente deveria ser a cor do Rito que, como se sabe, é o violeta. Sim, embora prescrito que, em cada país em que for adotado sistema maçônico idêntico, no avental de Mestre-Maçom haja, no canto superior direito, uma roseta de um centímetro de diâmetro com as cores nacionais (entre nós o verde amarelo) – a cor do Rito Brasileiro não é a cor nacional brasileira, mas, sim, o violeta.

5. Violeta é aquela cor da flor do mesmo nome. Alguns dizem: roxo. Muito parecida com a cor que recebe o nome de púrpura.

SOBRE AS CORES

6. A cor é uma impressão ótica. Um fenômeno luminoso ou da luz. A cor que percebemos em um objeto resulta dos raios luminosos que nele incidem. Propriedades desse objeto determinam que alguns desses raios sejam absorvidos, enquanto outros são refletidos ou transmitidos. A cor que se apresenta a nossos olhos é determinada justamente pela capacidade de o objeto absorver parte da luz incidente, refletindo ou de outro modo transferindo os demais raios. Por exemplo: um corpo sólido opaco branco indica que todos os raios de luz nele incidentes foram refletidos; se preto, pouca luz de qualquer comprimento de onda terá sido refletida; se o corpo iluminado for vermelho, os comprimentos de onda que produzem o estímulo ocular vermelho terão sido os refletidos; assim por diante com cada cor. As possibilidades de combinação são inumeráveis; outrossim, a nomenclatura que identifica as cores não tem fim.

7. Quando um raio de luz solar atravessa um prisma (sólido triangular de vidro ou de cristal), se decompõe em raios diversos de cores variadas (7 cores) que os físicos, com muita exatidão, identificam pelo comprimento de onda ou pela frequência. São as cores do arco-íris: violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho. Fenômeno ondulatório. Ondas eletromagnéticas vibrando com diferentes frequências ou comprimentos de onda. Quanto menor o comprimento de onda maior a frequência. E vice versa.

8. Nos limites desse espectro de ondas visíveis, situam-se o vermelho e o violeta. Ondas com frequência maior (comprimento menor) que o da luz violeta (ultravioletas) ou com frequência menor (comprimento maior) que o raio vermelho (infravermelhas) não são visíveis. Tal explicação encerra imensa complexidade quando objetivamente observamos os corpos e identificamos sua cor. Tudo dependerá tanto da luz incidente como da capacidade de absorção do corpo observado.

OS NOMES

9. Os físicos, a indústria de alta tecnologia, possuem padrões para identificar e dar nomes a cores. A voz corrente do povo, não. Assim, já dissemos, violeta é a cor das violetas. Mas alguns preferem dizer roxo. E até mesmo ocorre que, observando diretamente as flores, se vê que algumas violetas são efetivamente roxas, uniformes, escuras; outras são mais brilhantes, ou mais desbotadas, quase brancas. Variam.

10. Outrossim, há a cor que correntemente recebe o nome de púrpura. Tal nome resulta do antigo processo de obtenção da substância corante que a produz (pigmento). Algo como um vermelho que os antigos obtinham de um caramujo (molusco) de nome múrice ou púrpura. A dificuldade nessa produção do corante determinava o alto valor (raridade) dos tecidos de púrpura o que contribuiu para a sua significabilidade: os mantos de púrpura instituíram-se como vestes reais, assim, no mesmo sentido, as vestes cardinalícias, cardeais, príncipes da igreja.

11. Ademais, há a própria sugestão trazida pelo vermelho – que alguns dirão encarnado, cor da carne viva, do sangue e daí, símbolo de vida, energia, heroísmo, martírio. A cor do Manto de Cristo.

12. O nome vermelho deriva de vermezinho – do latim “vermiculus” – também referência ao processo produção. O pigmento vermelho era obtido de um inseto (verme, em expressão dos antigos) chamado cochonilha. Variando o tratamento dado ao pigmento assim obtido, o nome da cor seria escarlate – um vermelho muito vivo (lábios escarlates) ou carmim. A voz do povo é livre: púrpura e escarlatina, por exemplo, identificam doenças que deixam manchas vermelhas nos seus pacientes. Em matéria popular de dar nome aos bois, digo, às cores, há muita confusão.

13. Pois bem, em termos de significação simbólica, os significados de nobreza, dignidade e até mesmo sacralidade, misticismo, atribuídos à cor púrpura certamente contribuíram para a seleção do violeta como a cor do Rito. Embora diferentes, violeta, vermelho, púrpura, escarlate são “primos-irmãos”. E há saudade na lembrança de dia feliz que passamos (Nei Inocêncio, Antônio Carlos Simões, Elias, Mário Name, Castellani, outros, a memória é frágil) no sítio do saudoso João Roque nos arredores de Campinas (SP), andando lá pelos jardins, divertidos, identificando os diversos tons de violeta, conforme as diversas flores que víamos. Já havia a decisão de adotarmos uma gravata distintiva, como nossos irmãos do Rito Adonhiramita. Estávamos decididos pela cor do Rito (violeta). Cor cardinalícia. Mas ali estava a dúvida: vermelho, púrpura, violeta? Ademais: havia violetas para todos os gostos, desde as bem roxinhas, outras mais avermelhadas do que roxas (púrpuras?), até umas desbotadas, praticamente brancas. E mais, todos concordavam que o roxo não combinava muito bem com o terno preto obrigatório. Combina?

14. De todo modo havia convicção (há) quanto à cor do Rito (violeta = roxo) o que nos levou mesmo (durante certo tempo) à adoção de um manto violeta (roxo) para a Magna Reitoria (ainda tenho o meu em casa). A intenção (como ainda o é com o manto atual) era de suscitar a lembrança da dignidade cardinalícia. Até um solidéu se usava, hoje substituído por um barrete. Mais tarde, também, evoluiu para o vermelho atual, com bastantes ornamentos. E se distinguiu o Primaz com um Manto Níveo (branco, cor da neve), emblema de pureza.

15. Entretanto, quanto à gravata propriamente dita, questões estéticas vedavam o uso do violeta, assunto que foi solucionado quando alguém trouxe (e isto era comum, trazer gravatas roxas, vermelhas, etc., como amostras), alguém trouxe, reitera-se, uma gravata bordô, no padrão, tom, etc. da atualmente usada. Agradou sobremaneira. Caiu no gosto. Foi adotada experimentalmente. E após longo período de experiência, quando se verificou que o povo do Rito aceitara com entusiasmo a solução, foi providenciada a alteração do Regulamento Geral da Federação, tornando legal o uso da gravata na cor adotada pelo Rito (em nosso caso o bordô).

O BORDÔ (conclusão)

16. Bordô não é exatamente o violeta ou roxo (cor das violetas), nem o encarnado, vermelho (cor do sangue ou da carne viva). Bordô é a cor do vinho tinto produzido nos arredores da cidade de mesmo nome do vinho, bordô, que nada mais é que um aportuguesamento para a fonética do francês bordeaux (leia-se, bordô). A cidade (Bordeaux) em português se diz, Bordéus – não confundir com bordéis, plural de bordel, do francês bordel, “cabana, casinha”, termo empregado para identificar “casa de prostituição”, no pressuposto de que em tais cabanas isoladas se instalavam as meretrizes.

17. Enfim, bordô é o vermelho como a cor do Vinho Bordeaux. Não é exatamente o violeta (roxo, cor das violetas), nem o encarnado (cor de sangue ou de carne viva), não suscita tão plenamente as ideias de nobreza, alta dignidade, sacralidade, misticismo, tenacidade, heroísmo, martírio (como queiram) nessas duas classes de cores indicadas (o violeta e o vermelho), mas, na família, é a cor que melhor combina para o uso de gravata com terno preto. Essa a razão.

 

2 – PARAMENTOS DO SIMBOLISMO

2.1 – MESTRE MAÇOM

a) AVENTAL:

Avental retangular em couro sintético, na cor branca e forrado de preto, medindo 35 x 40 cm, com uma abeta rebatida, na forma de um triângulo equilátero invertido com 17 cm de altura, do vértice do triângulo à base, orlado de fita de veludo na cor Azul Royal, de 4,0 cm, inclusive na abeta, contendo essa fita uma orla de galão dourado de 3 mm de largura, nas suas laterais interna e externa e, ao longo do centro da fita, acompanhando as laterias esquerda, direita e inferior do avental, um ramo de Acácia, de cada lado, bordadas em fio de ouro, que se cruzam no centro da extremidade inferior do avental. O avental possui ainda, três rosetas iguais, formadas, cada uma, por uma base circular em cetim amarelo-ouro de 6,0 cm de diâmetro e no centro desta base está fixada uma pedra sextavada, em resina, na cor Azul Royal de 1,0 cm de diâmetro. As rosetas estão posicionadas, uma delas, no centro do triângulo formado pela abeta abatida, e as outras duas, cada uma, próxima e equidistante do ângulo latero-inferior de cada lado do avental. Da abeta pendem, simetricamente, à esquerda e à direita, duas fitas em veludo Azul Royal, com 4,0 cm de largura, paralelas à 7 cm das laterais do avental, orladas de galão dourado de 3 mm, terminadas por franjas confeccionadas em linha na cor dourada, medindo 5,0 cm. No canto superior direito, um botão de 1,5 cm de diâmetro, revestido com as cores nacionais do País em que funciona a Loja.

b) COLAR DE OFICIAL:

Os demais membros da administração (Secretário, Tesoureiro, Chanceler e Oficiais) e do Ministério Público (Orador), além do Avental de Mestre, usarão um colar forrado de preto, com uma entretela fina, feito de cetim na cor Azul Royal, com 10 cm de largura, orlado de galão dourado de 8mm, em cuja ponta penderá a joia do cargo, na cor dourada. Quando se usa o colar, dispensa-se a faixa de Mestre Maçom.

2.2 – MESTRE INSTALADO

a) AVENTAL:

2.3 – VENERÁVEL MESTRE

a) ESTOLA E PUNHOS:

Exclusivamente, isto é, só o Ven.’. Mestr.’. usará, em todas as sessões dos graus simbólicos, além do avental de Mestre Instalado, uma estola branca forrada de preto, de 14 cm (quatorze centímetros) de largura, orlada de galão dourado de 8 mm de largura, com a extremidade de cada ramo da estola arrematada por uma franja em fio dourado, ainda, cada ramo dividido em quatro partes, será ornado pelas figuras bordadas, em dourado, do Esquadro e Compasso, respectivamente, de baixo para cima, nas posições dos graus de: (1) Aprendiz, (2) Companheiro e (3) Mestre. No quarto superior será bordada, também em dourado, a figura de um esquadro de hastes desiguais, voltadas para baixo, que é a joia do Mestre da Loja.  Os ramos da Estola são unidos, internamente, nas suas pontas, onde se acha pendente a Joia do Ven.’. Mestr.’. um Esquadro de hastes desiguais, medindo aproximadamente 9,5 cm o ramo maior e 6,0 cm o menor .

2.4 – ALFAIAS DO EX-VENERÁVEL

Os Ex-Veneráveis usarão, nas sessões, o avental de M.’. I.’. forrado de preto e um colar de cetim Azul Royal, tendo por base uma entretela fina, forrado de preto, de 14 centímetros, orlado de galão dourado de 8mm, bordadas também em fio de ouro, em cada lado, na frente do colar, em sua face externa, um ramo de acácia, que se cruzam na ponta do colar e se estendem, de cada lado, até o ombro, tendo pendente na ponta a sua respectiva joia.

2.5 – COLAR E PUNHOS DOS VIGILANTES

a) O COLAR

Os 1º e 2º  VVig.’. usarão o Avental (Mestre ou de Mestre Instalado) e um colar em cetim Azul Royal, tendo por base uma entretela fina, forrado de preto, orlado de galão dourado de 8mm, com 14 cm de largura, e bordadas de cada lado, na frente do colar, em sua face externa, um ramo de Acácia na cor prata, que se cruzam na ponta do colar e se estendem, de cada lado, ate o ombro, tendo pendente na ponta a  respectiva joia (1º Vigilante – 0 Nível; 2º Vigilante – o Prumo), na cor dourada.

b) OS PUNHOS

Nas Sessões Magnas, e apenas nelas, os VVig.’. ainda usarão punhos de cetim branco, forrados de preto, orlados de galão dourado de 8 mm., com bordados em fio de ouro, na face externa, das suas respectivas jóias do cargo (cujas medidas aproximadas dos bordados são: 1º Vigilante – o Nível (medindo 4,0 x 5,5 cm); e 2º Vigilante – o Prumo ( medindo 6,0 x 2,5 cm), ou podendo nos punhos revestidos de proteção plástica incolor e transparente, substituir o bordado pela própria joia em metal dourado neles fixada.

 

3 – ALTOS GRAUS DO RITO BRASILEIRO

 

3.1 – GRAU 4 – MESTRE DA DISCRIÇÃO

a) COLAR E JOIA

b) AVENTAL

 

Grau 9 – MESTRE DA JUSTIÇA

a)COLAR

b) AVENTAL

c) JOIA

Grau 14 – MESTRE DA PERSEVERANÇA

a) COLAR

b) AVENTAL

c) JOIA

Grau 15 – CAVALEIRO DA LIBERDADE

a) COLAR

b)AVENTAL

c) JOIA

Grau 18 – CAVALEIRO ROSA-CRUZ OU CAVALEIRO DA PERFEIÇÃO

a) COLAR

b) AVENTAL

Corpo do Avental com fundo em cetim branco, medindo  40 cm de largura por 35 cm de comprimento, e orlado com margem em cetim vermelho medindo 4,5 cm de largura; na parte superior do corpo do avental, a Abeta, fundo em cetim branco e orlada de cetim vermelho, medindo 4,5 de largura, tendo ao seu centro, a figura de um triângulo equilátero vazado, e no interior dela a letra IOD, representada em caractere hebraico, conjunto bordado em fio de ouro. à direita da abeta, próximo ao seu ângulo superior-direito, a presença de um botão medindo 1,0 cm de diâmetro, revestido com as cores nacionais do país onde o rito for praticado.

c) JOIA

 

Grau 19 – MISSIONÁRIO DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA

a) COLAR

b) AVENTAL

c) JOIA

 

Grau 22 – MISSIONÁRIO DA ECONOMIA

a) COLAR

b) AVENTAL

c) JOIA

 

Grau 26 – MISSIONÁRIO DA PAZ

a) COLAR

b) AVENTAL

c) JOIA

 

Grau 29 – MISIONÁRIO DA RELIGIÃO

a) COLAR

b) AVENTAL

 

c) JOIA

 

Grau 30 – KADOSCH FILOSÓFICO OU MISSIONÁRIO DA FILOSOFIA

a) Colar

b) Avental

c) Jóia

Grau 31 – GUARDIÃO DO BEM PÚBLICO

a) Colar

b) Avental

c) Jóia

 

Grau 32 – GUARDIÃO DO CIVISMO

a) Colar

b) Avental

c) Jóia

Grau 33 – SERVIDOR DA ORDEM, DA PÁTRIA E DA HUMANIDADE

a) Colar Membro Emérito e Extranumerário

b) Avental Membro Efetivo, Emérito e Extranumerário

O Membro Efetivo só usará o Avental, junto com o Manto do Poder, barrete e jóia, quando visitar uma  Loja Simbólica.
c) Jóia

d) Barrete

a) Primaz

b) Membro Efetivo

c) Membro Emérito e Extranumerário

e) Manto

a) Primaz
Manto Níveo ou da Luz Intensa, na cor branca, com o Cordão da Humildade em cor violeta.
b) Membro Efetivo
Manto do Poder, na cor violeta e o Cordão da Humildade branco.